Segundo Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal,”essa é uma questão para a qual ainda não tenho resposta. A nossa vontade é organizá-la, só que não temos dinheiro suficiente para fazer dois ralis no próximo ano”, esclareceu. O assunto vai ser discutido, muito em breve, com o Secretário de Estado do Turismo, Bernardino Trindade, “na medida em que só o Governo poderá viabilizar esta segunda prova integrada no IRC.
Caso contrário, não teremos outra hipótese se não renunciar a este evento”. Nesse cenário, e tal como estipula o contrato, o ACP terá que pagar ao Eurosport Events uma multa compensatória. Na muito remota eventualidade do rali se vir mesmo a realizar, este deverá ser disputado na região norte ou centro do país: “Gostaria de voltar às antigas estradas do Rali de Portugal, como Arganil ou Fafe”, confirmou Carlos Barbosa.
O problema será encontrar um local que sirva de base operacional à prova e preencha todos os requisitos de um rali moderno, nomeadamente as curtas ligações entre o Parque de Assistência e o início dos troços cronometrados. Nesse ponto, fonte da organização revelou que isso será bem mais fácil de conseguir na região centro, num rali hipoteticamente centrado na Figueira da Foz e com desenvolvimento nas estradas de terra de Arganil e Oliveira do Hospital.











