Um dos momentos altos do segundo dos testes de Fórmula 1 definidos para esta temporada foi a aparição em pista do ‘halo’ da Red Bull, sistema defendido pela Ferrari e apoiado pela FIA, com o organismo a defender a sua incorporação obrigatória a partir da próxima temporada.
Pierre Gasly foi o piloto escolhido para efectuar este contacto, mas a Red Bull já afirmou que irá votar contra o conceito estreado pela Ferrari ainda na pré-temporada, e cuja segunda versão foi testada por Sebastian Vettel na segunda sessão de treinos livres do Grande Prémio da Grã-Bretanha.
“É uma solução deselegante para o problema com que estamos a lidar”, disse Christian Horner, diretor desportivo da equipa. “Preferia que se demorasse mais tempo a investigar a matéria de forma a chegar a um sistema como deve ser do que apressar algo que poderá ter outras consequências. Não sou um grande fã do halo nem das limitações que ele tem neste moemnto. Certamente não votaria a favor dele neste momento”.
Embora a FIA tenha determinado a aparição do halo em 2017, essa matéria tem ainda de ser votada pelas equipas no Grupo Estratégico da F1 e na Comissão, uma vez que a sua introdução requer uma alteração ao regulamento definido para o próimo ano.
Se houver um bloqueio, a FIA tem a possibilidade de tornar a medida obrigatória com base num imperativo de segurança.










