WTCC: Uma grelha com apenas 16 carros confirmada
Foi anunciada a lista de inscritos no Campeonato do Mundo FIA de Carros de Turismo de 2017, e dela não constam mais do que 16 carros. Uma realidade que já se temia, sobretudo depois da retirada da Citroën e da Lada no final da época passada, ainda que este ano haja mais C-Elysée confiados a equipa privadas, como a Sébastien Loeb Racing e a Münnich Motorsport. A Honda Racing Team JAS já tinha anunciado anteriormente três Civic para Tiago Monteiro, Norbert Michelisz e Ryo Michigami, que subsitui Rob Huff. A Polestar Cyan Racing alinha esta época com três S60 para Thed Björk, Néstor Girolami e Nicky Castburg. Formação anunciada há duas semanas, com o ex-campeão Yvan Muller a ser o piloto de desenvolvimento da equipa.
Na Sébastien Loeb Racing há três Citroën C-Elysée, já que a Mehdi Bennani e Tom Chilton se junta agora John Filippi, que substitui Grégoire Demoustier, enquanto na Münnich Motorsport Rob Huff guia o mesmo C-Elysée tripulado por Yvan Muller na época passada. A ROAL Motorspot volta a contar com o seu Chevrolet Cruze entregue a Tom Coronel, que vai para a sua 13ª época no WTCC, tal como sucede com Robert Huff. A Campos Racing tem também um único Chevrolet Cruze, entregue ao argentino Esteban Guerrieri, enquanto John Filippi guia o Cruze da SLR. A RC Motorsport vai fazer a sua estreia com dois Lada Vesta ex-fábrica, para Yann Erhlacher – sobrinho de Yvan Muller – e para um outro piloto que ainda está para anunciar. Finalmente a Zengö Motorsport alinha com dois Honda Civic entregues a Aurélien Panis e a Daniel Nagy.
Lista de inscritos
3. Tom Chilton (Sébastien Loeb Racing/Citroën C-Elysée)
5 Norbert Michelisz (Honda Racing Team JAS/Honda Civic)
8. Aurélien Panis (Zengő Motorsport/Honda)
9 . Tom Coronel (ROAL Motorsport/Chevrolet Cruze)
12. Rob Huff (Münnich Motorsport/Citroën C-Elysée)
18. Tiago Monteiro (Honda Racing Team JAS/Honda Civic)
25 . Mehdi Bennani (Sébastien Loeb Racing/Citroën C-Elysée)
27. John Filippi (Sébastien Loeb Racing/Citroën C-Elysée)
34. Ryo Michigami (Honda Racing Team JAS/Honda Civic)
61. Néstor Girolami (Polestar Cyan Racing/Volvo S60)
62. Thed Björk (Polestar Cyan Racing /Volvo S60)
63. Nicky Catsburg (Polestar Cyan Racing/Volvo S60)
68. Yann Ehrlacher (RC Motorsport/Lada Vesta)
A ser anunciado (RC Motorsport/Lada Vesta)
Esteban Guerrieri (Campos Racing/Chevrolet Cruze)
Daniel Nagy (Zengő Motorsport/Honda Civic)
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6 comentários
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João Pereira
15 Março, 2017 at 17:47
Excelentes notícias! Este campeonato está moribundo.
– 16 carros: 4 semi-oficiais que serão os carros a bater, 6 oficiais que vão tentar bater os semioficiais, mais 2 semiprivados e juntam-se 4 quadrigas, que se alimentarão ao longo do ano das peças dos modelos iguais que foram desmantelados para serem canibalizados.
– As 4 quadrigas não podem bater muito, ou as peças vão acabar.
– Corre-se o risco de o campeonato acabar com 12 e não 16 carros.
– Perderam-se nomes carismáticos, e os substitutos são ilustres lá na rua onde moram, porque saindo do bairro, ninguém os conhece.
– A Honda vai apanhar novamente, por teimosia num carro de 2 volumes, quando já todos perceberam há muitos anos que tem que ser um carro comprido (por causa do extractor?), se não, velam lá os carros que foram campeões: BMW, Chevrolet, Citroën e agora parece que quem mostra as garras é a Volvo. Algum carro de 2 volumes ganhou alguma coisa que se visse desde os Seat Leon?
É um campeonato FIA, que espelha bem o que esta FIA de Jean Todt faz com a sua filosofia de carros todos iguais e de motores todos iguais.
Iceman07
15 Março, 2017 at 19:21
http://automobiles.honda.com/images/2016/civic-sedan/overview-colors/WH.jpg
Acho que até é mais bonito que o coupe. Deve ser o sono da Honda na F1 que se alastrou ao WTCC!
João Pereira
15 Março, 2017 at 21:16
O problema é que não é vendido em toda a Europa.
Pedro
15 Março, 2017 at 19:30
a minha questão é que ainda existe um Citroen, um Honda e um lada do ano passado sem dono.
gostava de ver pelo menos dois dos três a correr.
se o esteban guerrieri só vai estar presente em 6 provas isso deixa o banco vazio para um certo piloto português guiar na sua terra natal…
João Pereira
15 Março, 2017 at 21:19
O Lada deve ser para dador de peças, e o Honda e o Citroën ou são muito caros, ou as marcas já estão a cortar custos na produção de peças para manutenção, e principalmente par reparações de “mocadas”.
A formula TC1 está errada desde o inicio. (ponto final)
Pedro
15 Março, 2017 at 19:20
A pergunta que se coloca é… « e agora como se salva este campeonato?»
não podem simplesmente voltar atras nos regulamentos pré 2014, pois seriam mais lentos que os atuais tcr! mas também não podem ser iguais ao tcr pois isto é um campeonato (na teoria) de topo. contudo não restam duvidas de que atualmente os custos são demasiado elevados para as equipas e pilotos privados.
gosto muito deste campenato mas reconheço que já tem os pés na cova!