A formação nipónica respondeu afirmativamente ao desafio de correr contra concorrência mais forte. Se até agora a era Hypercar tinha sido um passeio, tal como foi o fim da era LMP1, a partir deste ano a Toyota tem de mostrar mais e melhor. E no primeiro teste de fogo, não desiludiu.
A Toyota foi a melhor no prólogo e nos treinos livres, sendo esta onda de domínio apenas interrompida pela Ferrari em qualificação. Mas na corrida, a “normalidade foi reposta”, com os GR010 a imporem-se à concorrência.
Motivo para isso? Os Toyota são carros que já têm 2 anos de competição e apesar de esta ser uma nova versão, os carros já passaram pelas dores de crescimentos que a concorrência sente agora.
No ano passado a pole em Sebring caiu para a Alpine, com o tempo de 1:49.217. Este ano a pole foi para a Ferrari com o registo de 1:45.067. Não se trata de as novas equipas virem mal preparadas. É um processo normal de evolução em que a Toyota colhe frutos da experiência que adquiriu ao longo das duas últimas épocas, enquanto as restantes ainda percorrem o caminho. Será preciso aguardar mais algum tempo até vermos mais equilíbrio na frente. Mas a Toyota fez o que se esperava e começou com nota positiva. Mas cuidado com a Ferrari, que deu excelentes indicações.











