António Félix da Costa lutou, tentou tudo, mas conseguiu apenas o quinto lugar na categoria LMP2 nas 6h de Portimão. Foi uma corrida dura para o piloto da JOTA que tentou tudo para chegar ao pódio e dar uma alegria aos portugueses que foram ver a corrida ao vivo, mas tal revelou-se impossível.
Um carro com um equilíbrio longe do ideal tirou o português da luta, no último fim de semana de corrida com o LMP2 da JOTA. Não foi o final feliz que todos desejavam, mas foi o final possível. As corridas são mesmo assim. No final, Félix da Costa falou com o AutoSport e revelou as dificuldades que sentiu na corrida:
A equipa tentou um rumo de afinação que não foi o ideal. Pode parecer estranho uma equipa que já venceu (e já dominou) no WEC e nesta pista, ter dificuldades e ficar longe da luta pela vitória, mas há muita coisa que muda. Primeiro, as condições da pista, mas acima de tudo, a tripulação do #48 era diferente da tripulação do #38 que venceu a corrida. Novos pilotos, nova dinâmica, novo equilíbrio necessário. O desporto motorizado usa muitas fórmulas e muitos números para chegar ao sucesso, mas não há uma fórmula mágica. Há uma série de fatores que influência a afinação e, por conseguinte, o resultado. O carro #48 teve subviragem ao longo da corrida e os pilotos não conseguiram tirar tudo. Mas Félix da Costa deu tudo, foi agressivo nas ultrapassagens e mostrou que nunca deita a toalha ao chão.









