A ideia do sistema de Handicap pareceu interessante quando apresentada no início do ano mas agora vemos que adultera em demasia as corridas.
Não faz sentido que um Toyota híbrido fique apenas décimos à frente de um LMP2. A Rebellion ter vencido em Austin tornou-se numa inevitabilidade e não foi por mérito próprio mas sim graças a um sistema que pretende dar alguma incerteza. Torna-se injusto olhar de lado para o esforço da equipa suíça, mas ninguém acredita que este domínio que se viu no COTA fosse possível de outra forma.
É impossível arranjar uma fórmula que permita equivaler as máquinas híbridas e não híbridas e assim assistimos a um acumular de penalizações que atrasam a melhor máquina do grid de forma exagerada. Nenhuma das equipas tem culpa da situação atual que é apenas reflexo do momento delicado que o ACO vive.
Assim, as corridas cheiram demasiado a falso e o facto de termos visto apenas três LMP1 em pista não ajuda. A classe LMP1 deveria ter os melhores carros, os melhores pilotos e a competição mais feroz, mas se quisermos ver corridas a sério, temos de olhar para as chamadas classes “secundárias”.











