O departamento de competição da Audi está aberto à possibilidade de utilizar motores que possam utilizar o hidrogénio como combustível nas 24 Horas de Le Mans. De momento, a marca alemã não tem planos específicos para desenvolver um motor de células de combustível, mas caso o ACO e a FIA aprovem o uso desta forma de propulsão nos futuros regulamentos da classe LMP1, será fácil mudar de estratégia.
Qualquer mudança para a célula de combustível e o hidrogénio na competição automóvel teria que ter repercussões na linha de modelos de estrada. A Audi não produz carros a hidrogénio de momento, nem sequer em produção limitada (como a BMW já fez), mas mostrou um protótipo SUV com células de combustível no Salão de Detroit deste ano, em janeiro.
Seja qual for o tipo de combustível usado no futuro, o Grupo Volkswagen poderá querer, por motivos de marketing, afastar-se do Diesel a médio prazo. Motores a hidrogénio não chegarão a Le Mans antes de 2021, e a única tentativa de colocar um carro deste tipo em ação, na Garagem 56 da edição de 2013, resultou numa inscrição cancelada.











Fiquei sem perceber se estão a pensar em fazer motores de combustão (como a BMW fez com um V12 em série limitada) ou se estão a pensar em introduzir uma célula de combustível com motor eléctrico.
No entanto, um motor de combustão a hidrogénio é uma excelente ideia, o problema está na potência que se tira dum motor desses. A densidade do hidrogénio varia bastante com a temperatura e colocar hidrogénio suficiente na câmara de combustão através dos injectores (local bastante quente) torna difícil a entrada de ar e a mistura dos dois.
Sou leigo na materia, mas o que fazia sentido seriam 4 motores electricos,1 por roda, com capacidade para carregar as baterias durante as travagens.