Bob Fernley, diretor-adjunto da Force India, falou com as equipas mais pequenas da Fórmula 1 sobre a possibilidade de criarem um ‘campeonato de independentes’ dentro da F1 atual, semelhante ao que existe no WTCC. A ideia é permitir às equipas pequenas lutarem por um título sem gastarem as somas bilionárias em desenvolvimento técnico que têm as equipas ligadas a grandes construtores.
O campeonato seria disputado pela Force India, Williams, Toro Rosso, Sauber, Haas e Manor, seria gerido diretamente pela FIA, e as equipas teriam que respeitar o limite máximo de orçamentos de 100 milhões de dólares, reduzindo o desenvolvimento aerodinâmico e parando com os gastos em marketing. No entanto, Claire Williams e Franz Tost rejeitaram a ideia, pois a Toro Rosso acaba por beneficiar da tecnologia da equipa Red Bull, e a Williams sempre oscilou com sucesso entre fases em que era uma equipa de fábrica ou quando tinha que pagar pelos motores.
Nestas condições, Fernley voltou a meter a ideia na gaveta. Embora sempre tenham existido equipas ‘independentes’ (um conceito que mudou de significado conforme as décadas), raramente houve interesse num campeonato secundário. Isto apenas aconteceu em 1987 e 1988, os dois últimos anos da era turbo original, em que a FIA geriu um campeonato de pilotos e de construtores para que as equipas que usavam os atmosféricos Cosworth DFR e Judd.










