Com a Jota Sport a mudar a sua equipa de pilotos para a temporada de 2016, Filipe Albuquerque já não vai poder representar a equipa britânica na European Le Mans Series. No entanto, rumores oriundos dos Estados Unidos colocam-no a caminho do WEC para a nova equipa construída pelo mexicano Rodolfo González à volta da estrutura técnica da suíça Morand Racing, ao lado de González e de Bruno Senna.
Mesmo assim, o piloto de Coimbra ainda não está em posição de confirmar a sua passagem para o WEC. Com a Audi a reduzir o programa para as 24 Horas de Le Mans para apenas dois carros, Albuquerque está disponível para correr com outra equipa, mas ainda não tem um programa definido, explicando que “de momento estou livre, mas já estou a tratar do meu novo projeto”. Caso participe no WEC, não poderá participar na corrida da European Le Mans Series no Estoril, pois as equipas da classe LMP2 do WEC não participam na ELMS.
Assim, Albuquerque só tem confirmada a sua participação na Taça Norte-Americana Tequila Patrón, que abarca as corridas de longa duração do IMSA WeatherTech SportsCar Championship, como as 24 Horas de Daytona, 12 Horas de Sebring e Petit Le Mans, ao volante do Corvette DP da Action Express. O piloto português descreve a sua nova máquina como “um carro com condução intuitiva, mais mecânico e com menos aerodinâmica, que foge com mais facilidade acima dos 300 km/h. Foi giro conduzir no anel superior de Daytona, temos que olhar menos vezes para os espelhos”.











