A equipa privada que participa na categoria LMP1 do Campeonato Mundial de Resistência (FIA WEC), Rebellion Racing, poderá virar-se para um programa de GT3, segundo o CEO da empresa, Calim Bouhadra, utilizando a série da GT World Challenge.
Em fevereiro a Rebellion disse que “ia cessar todas as atividades desportivas”, incluindo a entrada no FIA WEC da próxima temporada.
Apesar dos planos para participar nas 24h de Le Mans em setembro, Bouhadra disse ao Sportscar365.com que a equipa pode continuar para lá de 2020, mas com planos diferentes.
Planos esses que pretendem levar dois carros ao Rally Dakar, um para Romain Dumas, e uma possível mudança dos protótipos para os GT3.
A empresa foi confirmada como cronometrista do campeonato GT World Challenge e está a pensar usar esse patrocínio para uma entrada da sua equipa.
“Primeiro, vamos ver o que se passa depois desta crise. E depois, olhar para os campeonatos propostos. Estamos envolvidos nas corridas de GT como novo parceiro da GT World Challenge. Temos uma forte parceria com eles e com a SRO, por isso, vamos fazer algo para criar uma equipa. Não temos nada de concreto, mas somos empreendedores e não queremos ficar apenas pelo cronómetro.”
A equipa presente no FIA WEC provém em grande parte de uma parceria com a ORECA, mas ainda não está claro como esta parceria pode-se transportar para os GT3.
Quanto aos regulamentos dos LMDh ou dos Hipercarros, Bouhadra diz ser completamente impossível para a equipa estar presente neles.
“A única coisa que fabricamos são relógios. Estar envolvido nas regulamentações dos LMDh ou Hipercarros é preciso ter um orçamento muito forte. Seria completamente descabido competir assim. O custo da paixão é demasiado grande para a Rebellion pensar em estar nesses projetos.”









