Yvan Muller irá defender o seu título no Mundial de Carros de Turismo integrado no novo projeto da Citroën. O francês tem nas mãos o C-Elysée WTCC, no qual se vai estrear competitivamente na ronda de Marrocos, disputada no circuito urbano de Marraquexe e que antevê difícil.
Sobre a prova africana, Muller admitiu as dificuldades do traçado temporário, explicando que “a superfície é muito escorregadia de início. A chave para uma volta rápida reside em saber enfrentar os limitadores. Há que os subir ou por vezes saltá-los, enquanto se assegura que não se termina no muro”, explicou.
O piloto gaulês alertou ainda que é preciso ter cuidado com eventuais danos no Citroën C-Elysée WTCC, pois com quatro rondas em apenas cinco semanas, o tempo não é muito: “Apenas uma semana depois de Marraquexe, estaremos em Paul Ricard para a segunda ronda. Mesmo se tudo correr bem, os mecânicos não terão muito tempo para ter os carros preparados. Se existirem muitos danos, terão as coisas ainda mais difíceis. Isso adiciona um pouco de pressão a mais”, disse.











