António Félix da Costa foi uma das estrelas na ronda da Fórmula Renault 3.5, que se realizou no Hungaroring, com uma excelente exibição segunda corrida, que venceu, facto que coloca o piloto português um pouco mais perto da Fórmula 1, que o português ainda não dá como garantida, apesar de ser cotado como o grande favorito a substituir Daniel Ricciardo na Toro Rosso. “Sei que Marko e Tost me querem, mas devo merecê-lo e ainda não fiz o suficiente. Até à Hungria só tinha ganho uma corrida, pouco para um campeonato com dezanove”, disse em entrevista à revista italiana Italiaracing.
O desempenho em Budapeste pode ter vindo numa altura importante, mas Félix da Costa lembra que “é um passo na direcção certa, mas pode ainda não ser suficiente”, refere o piloto que assegura que a pressão a que Félix da Costa está sujeito esta época não o afeta, muito pelo contrário: “A pressão é uma coisa boa, se existe é porque alguém está a investir em mim. Se o pensamento na F1 alterou algo em mim, talvez tenha sido a forma de correr em situações extremas”, afirmou. O piloto luso exemplificou com “Spa, onde poderia ter atacado mais agressivamente o Magnussen e tentar passar, mas teria arriscado muito”.
Sobre o erro que na qualificação de Aragão (ficou sem combustível e foi penalizado com o último lugar na grelha), Félix da Costa explicou que “foi o primeiro sinal de uma mentalidade errada para a temporada, uma tendência a querer exagerar iniciada na equipa e passada para mim”, concluiu.











