Robin Frijns tem algumas dúvidas se a Fórmula E é a competição para ‘estar’ nos próximos anos, mas também diz que quem já anunciou abandoná-la (ndr, Audi e BMW) podem-no ter feito de forma demasiado fácil, e talvez errada. E acrescenta ainda que percebe as razões pelas quais muitos adeptos ainda não aderiram à modalidade, por causa do som, mas acrescenta que daqui a algum tempo isso é perfeitamente normal, para os jovens futuros adeptos…
A Fórmula E vai para a sua sétima temporada, e apesar das anunciadas saídas da Audi e a BMW, outra estão prestes a fazer caminho inverso, como a McLaren. O piloto holandês tem uma visão interessante do tema: “Com a anunciada partida da Audi e da BMW, outros fabricantes começam a questionar-se se a Fórmula E ainda é a classe certa? O coronavírus obviamente não ajuda, embora eu ache que foi uma razão fácil para partirem”, disse o piloto holandês em conversa com o jornal holandês, De Telegraaf.
De acordo com Frijns, resta saber se os espaços vazios na grelha Fórmula E serão preenchidos: “Muitos fabricantes estão neste momento numa espécie de esperar para ver. Eles estão a olhar para onde o mundo e a economia estão a caminhar. Portanto, os próximos anos serão importantes para a Fórmula E. A influência da Fórmula 1 ainda é limitada, embora os fabricantes estejam a olhar para uma possível mudança.
A Mercedes participa há dois anos, e a McLaren tomou também a opção de aderir. Quanto mais fabricantes, mais interessante continua a ser a competição, mas entendo porque muitos adeptos não aderiram. O som limitado na Fórmula E é uma razão forte para muitos adeptos não verem. Muitas pessoas ainda estão habituadas ao som dos motores V10 e V8. E eu compreendo que não gostem de carros eléctricos. No entanto, também é verdade que os mais jovens podem achar isso absolutamente normal daqui a dez anos”, conclui Frijns.












