Alejandro Agag afirma que a grelha da Fórmula E pode crescer para 24 em 2018, naquela que será a quinta temporada do campeonato de fórmulas elétricos, e também aquela onde, tudo indica, será introduzida uma nova geração de carros.
A competição está atualmente limitada a 10 equipas, com dois carros cada, como forma de impedir que os custos resvalem e ajudar quem nela participa do ponto de vista logístico e operacional. Mas tudo indica que os avanços técnicos permitirão que haja apenas um carro por piloto a partir da temporada de 2018-2019, acabando-se com o atual fenómeno em que os homens que se encontram ao volante têm de trocar de monolugar sensivelmente a meio da corrida. A acontecer, essa mudança no quadro técnico permitiria que duas novas equipas fizessem parte do campeonato.
“Temos um acordo com as equipas para manter o número em dez enquanto estivermos a correr com dois carros por piloto. Quando apenas tivermos um carro na quinta temporada, cabe-me a mim decidir se deixamos entrar mais duas equipas para elevar o número de presenças para 12. Neste momento ainda não decidimos se iremos ou não fazê-lo. Obviamente para as equipas que já fazem parte do campeonato elas prefeririam que tal não acontecesse, porque assim mantêm o seu valor. Mas temos capacidade para fazer crescer esse número, portanto temos que refletir e discutir o assunto com os nossos atuais parceiros”, disse o promotor.
Esse impedimento de superar em dez o número de equipas do campeonato significa que tanto a Jaguar, como a Techeetah, tiveram que adquirir os passes das extintas Trulli e Team Aguri.












