O programa de desenvolvimento dos Gen 3 da Fórmula E tem decorrido com alguns problemas e mais um foi anunciado recentemente.
Frédéric Bertrand abandonou o cargo de diretor da Fórmula E para a FIA, tornando ainda mais complicado o desenvolvimento dos novos monolugares da competição 100% elétrica que têm enfrentado dificuldades nos últimos tempos. Na notícia avançada pela The Race mostra que este arranque da nova geração não tem corrido da melhor forma.
A bateria do sistema de armazenamento de energia recarregável Gen3 (RESS) a ser utilizada a partir do próximo ano, fornecido pela Williams Advanced Engineering tem revelado alguns problemas que forçaram várias equipas a reduzir os dias de teste privados. Além disso, os planos para introduzir pitstops de carregamento rápido foram adiados como consequência do problema do RESS. Também do lado dos pneus, a Hankook apenas na semana passada confirmou os pneus com que as equipas irão competir, depois de vários testes com compostos diferentes. A tudo isto juntam-se os problemas nas cadeias de fornecimento que irão dificultar sobremaneira a vida às equipas no arranque da época.
A saída de Bertrand é mais uma complicação para a FIA numa fase em que falta pouco para o arranque da época e as equipas precisam de começar a testar as novas máquinas. A The Race afirma que Bertrand está a ser associado a um lugar de diretor da equipa Mahindra, o que pode causar desconforto no paddock, pois é um membro da FIA que passa para a liderança de uma equipa, após ter estado em contacto com informações cruciais de todas as equipas em competição.












