A geração três da Fórmula E dá os primeiros passos e os novos carros têm ainda muito potencial. Os monolugares, mais leves, mais pequenos e mais potentes, relativamente à geração anterior não tem dado tempos por volta muito melhores que os Gen 2 (apesar de no Mónaco terem sido 1.5 segundos mais rápidos que os carros anteriores), mas Lucas di Grassi acredita que com mudanças algumas alterações, poderíamos ter carros muito mais rápidos, talvez ao nível dos F2. O piloto brasileiro da Mahindra explicou ao AutoSport as mudanças que faria nesta geração de carros:












