Foi um segundo dia atribulado na Fórmula E. Dois acidentes graves que levaram os pilotos ao hospital, depois de um primeiro dia em que tudo correu dentro da normalidade.
Edoardo Mortara apanhou o primeiro susto, com uma falha nos travões do seu Venturi, que levou depois a que os carros com unidade Mercedes não fossem para a qualificação. Foi o susto de uma vida para o piloto que admitiu não estar a 100%:
“Mentiria se vos dissesse que estou perfeitamente bem”, disse um Mortara dorido à emissão da Fórmula E. “Na verdade, tenho uma grande dor do acidente desta manhã. Mas estou muito grato e grato por não ter ferimentos graves. Não foi uma grande sensação. É um sentimento que eu gostaria realmente de esquecer. Senti-me um pouco como um passageiro e não havia nada que pudesse fazer. Já não tinha travões e simplesmente fui contra a proteção. E para ser franco, pensei que era o fim para mim, por isso não foi uma sensação agradável”.
Poucas horas depois foi Alex Lynn que apareceu de rodas para o ar, obrigando à entrada do Medical Car. O piloto foi levado para o hospital e estará bem, a fazer o exames de rotina nestes casos. Mas não é normal ver um monolugar a aparecer assim, nem se consegue entender ainda o que provocou este incidente com a organização a não mostrar imagens. Aguardamos ainda mais informações sobre a condição do piloto da Mahindra.










