A Fórmula E está a preparar a entrada em cena dos Gen 3, os novos carros que estarão em pista entre 2022 e 2025. Mas não só em pista as coisas vão mudar e do lado das despesas também vai haver mudanças.
Se um fabricante sair da série, terá de continuar a pagar a taxa de registo e homologação de 300.000 euros cobrada por época até ao final do ciclo de regras.
A FE e a FIA também atualizaram os preços de fornecimento para qualquer equipa cliente que queira usar a unidade motriz para outro fabricante durante as regras da Gen3.
O briefing original afirmava que um carro “pronto a correr” não excederia 835.000 euros.
Contudo, foram agora acrescentados mais 195.000 euros para cobrir a renovação da bateria, enquanto a taxa máxima para componentes – tais como suspensão, grupo propulsor e transmissão – aumentou em 200.000 euros para um total de 427.300 euros.
Este novo total de 1,23 milhões de euros não inclui a última adição de uma taxa de 300.000 euros para manutenção do carro, metade em relação ao valor anterior de 600.000 euros, devido em parte às novas restrições ao número de pessoal da equipa e à criação de um Grupo de Trabalho de Logística que trabalhará para reduzir as despesas de viagem.












