António Félix da Costa foi finalmente confirmado como piloto da Techeetah. Um segredo “mal guardado” que finalmente foi revelado. O piloto falou ao AutoSport e revelou alguns detalhes desta surpreendente mudança, numa entrevista em que nos fez algumas revelações interessantes, entre elas, o facto de estar a pensar fazer um teste na IndyCar.
A primeira prova do ano no WEC, com a JOTA, foi positiva para o piloto luso que se destacou, mesmo com pouco tempo com o carro: “O balanço da primeira participação no WEC é ótimo. Só tinha andado no Oreca em Daytona, ou seja, um ano e meio sem andar no carro. Dei algumas voltas nos treinos, 20 ou 30, e no final fui o terceiro piloto mais rápido em pista nos LMP2 e o mais rápido da minha equipa. Fiz um bom trabalho e a equipa ficou muito contente. Nem era para fazer Fuji, pois era muito complicado chegar a horas, mas eles estão a fazer muita força para eu ir ainda assim, por isso à partida irei chegar apenas sábado de manhã.”
Apesar de estar a começar esta nova fase, António Félix da Costa continua a piscar o olho a novos desafios: “Estou a tentar pelo menos testar na IndyCar, os hipercarros estão também claramente no meu horizonte e gostava de poder fazer parte disso.” A sorte protege os audazes. Félix da Costa deixou para trás uma ligação longa com a BMW, um gigante da indústria automóvel, para ir lutar pelo tão desejado título na Fórmula E, naquela que é a melhor equipa da atualidade. Uma decisão difícil e corajosa, que vem valorizar o piloto e todo o seu trabalho até agora. Nas melhores equipas só cabem os melhores pilotos. Não é por acaso que Félix da Costa foi escolhido.













