Fábio Mota esteve à beira do pódio na jornada da Taça Europeia FIA de Carros de Turismo – ETCC, que se disputou no Circuito de Zolder, na Bélgica. Depois da largar do terceiro lugar da grelha, o piloto português sabia que tinha de dar o máximo aos comandos do SEAT Leon amarelo e negro da LEMA Racing. E foi o que fez. Só que na luta pelo top três foi obrigado a sair de pista. Depois recompôs-se e fez uma recuperação que o levou até ao quarto lugar final. No final Mota explicou o que se passou: “Estava na luta pelo terceiro posto, mas por estar muito perto do carro que seguia à muito frente, os travões sobreaqueceram e, numa travagem, não consegui reduzir a velocidade, acabando por sair de pista”.
No segundo confronto, Fábio Mota saiu do quinto posto da grelha e voltou a estar na discussão pelo pódio, que viria a falhar de novo e novamente devido a uma ligeira saída de pista. E isso fez com que cortasse a meta na nona posição. O piloto de Gaia refere que o percalço se deveu a “um desentendimento com um outro piloto”, que lhe condicionou a prestação, quando tinha “claramente ritmo para terminar, pelo menos, no terceiro lugar”. Em jeito de balanço, Fábio lembra que face ao desconhecimento do traçado de Zolder e o inerente “processo de adaptação” considera que se adaptou bem: “Mostrei ao longo de todo o evento um ritmo que me permitia lutar pelas posições do pódio. Acabei com o quarto lugar como melhor resultado, o que é positivo, e sei que tenho ainda capacidade para evoluir. Agora vou pensar na próxima etapa da temporada”. Uma jornada que está aprazada para 7 e 8 de outubro em Most, na República Checa.








