Filipe Albuquerque saiu de Paul Ricard com um pódio que o satisfez, tendo em conta o que se passou no começo da corrida, quando um adversário abalroou o Ligier JSP217 da United Autosports e o remeteu para o fim do pelotão. Isso obrigou o piloto português, Will Owen e Hugo de Sadeleer a um esforço extra para poder voltar a lutar pelas posições cimeiras.
Albuquerque valoriza o trabalho da equipa, face a uma ocorrência inicial inesperada: “Foi um início catastrófico. Não estávamos mesmo nada a espera. Fizemos um bom arranque, já estávamos em quarto e adivinhava-se um boa corrida quando tudo aconteceu. Felizmente que a equipa delineou uma boa estratégia que nos permitiu ganhar posições gradualmente. Foi uma corrida de trás para a frente, focados em minimizar os estragos. Fizemos o que podíamos e depois de termos estado em último conseguirmos chegar a terceiro, foi excecional para nós e para a equipa”.
Embora Filipe Albuquerque tivesse preferido sair destas 4 Horas do Castellet com uma vitória, sabe que os pontos do terceiro lugar poderão ser importantes no futuro: “Aquilo que não nos derruba torna-nos mais fortes. É assim que deixamos Paul Ricard. Hoje foi uma corrida muito dura, esperamos que as próximas sejam melhores e que possamos discutir a vitória em circunstâncias de igualdade. O título continua nos nossos horizontes, é preciso salientar”.
O piloto de Coimbra fica assim a aguardar pelas duas provas que ainda faltam para o final do ELMS, pois está a sete pontos do líder quando estão em jogo 52 pontos, sendo que a United Autosports é a única que soma duas vitórias na presente temporada. O seu desejo é que não haja duas sem três e que a terceira aconteça já a 24 de setembro, na prova que se disputa no mítico Circuito de Spa-Francorchamps.








