Álvaro Parente faz uma leitura positiva da sua participação na segunda prova do Blancpain GT Series Endurance Cup, em Silverstone. Isto apesar do oitavo lugar conseguido, lembrando que o McLaren 650S # 42 da Strakka Racing – que dividiu com Oliver Webb e Lewis Williamson – partiu do final da grelha.
Depois de ter sido Webb a iniciar a corrida, foi a vez de Parente mostrar a sua raça, conseguindo subir do top 35 para o 10º lugar, posição em que entregou o McLaren negro a Williamson, que conseguiria depois conquistar mais dois lugares. “Tinha de atacar ao máximo se quiséssemos subir posições e foi o que fiz”, justifica o piloto português da McLaren GT. “Realizei um ‘stint’ em ritmo de qualificação, fiz muitas ultrapassagens. O Lewis também adotou um bom ritmo e terminamos num bom oitavo lugar, se olharmos de onde viemos”, considerou Parente. O piloto do Porto gostou desta experiência de endurance, que tem características diferentes dos campeonatos que está a disputar em 2017, “muito embora todas as voltas sejam realizadas a fundo”. Agora quer mudar o ‘ship’ para a próxima prova do Pirelli World Challenge, que tem como ‘palco’ o Canadian Tire Motorsport Park, em Mosport.









Gosto do título embora, uma vez mais, acho que o Autosport não defende nem enaltece a capacidade extraordinária deste piloto. Tive a oportunidade de ver a corrida e no turno do Alvaro, realço que estavam pilotos de grande nomeada que, paulatinamente, foi ultrapassando. O Piloto Português com melhor Palmarés Internacional, é tratado como se fosse apenas um mero piloto. Devemos e temos a obrigação de defender o que é nosso, devemos e temos obrigação de reconhecer os feitos de quem, fora de portas, eleva o nome deste pequeno País, mas claro, esqueço -me que o País, para o Autosport, se… Ler mais »