As 12 Horas de Sebring entraram na sua segunda metade com a estratégia e as situações de bandeiras amarelas a jogarem um papel fundamental para que Ricky Taylor passasse para a primeira posição quando João Barbosa parou para entregar o Cadillac DPi # 5 da Mustang a Christian Fittipaldi. Mas o americano só conseguiu isso porque a Wayne Taylor Racing optou por parar menos vezes, procurando assim compensar a má posição no começo da prova. No entanto teve de parar algumas voltas mais tarde e assim devolver o comando ao brasileiro.
Atrás dos dois primeiros Misha Goikhberg manteve o Oreca # 85 JDC Miller na terceira posição, ainda que Dane Cameron tenha conseguido encurtar a distância no Cadillac # 31 da Whelen, procurando limitar os danos provocados pelos percalços sofridos durante os primeiros turnos de condução de Eric Curran e Mike Conway. No pouco concorrido Prototype Challenge a luta pela liderança jogou-se entre o Oreca # 38, com Patricio O’Ward ao volante, e o # 8, de Garret Grist. Em GT Le Mans a Ford manteve dois dos seus GT na frente da corrida, ora com o # 66 de Joey Hand, ora com o # 67 de Ryan Briscoe, consoante um ou outro parava nas boxes, sendo na luta continua ainda o Corvette # 3, de Antonio Garcia e o Ferrari 488 # 62, guiado primeiro por James Calado e depois por Giancarlo Fisichella. Já em GT Daytona a ordem parece estabilizada, com Jeroen Bleekemolen a levar a melhor no Mercedes AMG GT3 # 33, diante Connor de Phillipi, no Audi R8 LMS # 29.












