A primeira etapa da 34ª edição do ADDC colocou em destaque os Toyota de fábrica de Lucas Moraes e Seth Quintero, que terminaram em primeiro e terceiro, bem como os dois Dacia de Sébastien Loeb e Nasser Al Attiyah, em segundo e quarto. O piloto mais jovem do pelotão, Saood Variawa, impressionou com um forte quinto lugar, a pouco mais de três minutos do ritmo. A dupla da X-raid Mini, Guillaume de Mévius e João Ferreira-Filipe Palmeiro (Mini JCW Rally 3.0d X-Raid), também ficaram a menos de cinco minutos.
Na geral, Lucas de Moraes lidera com 1m01s de avanço para Sébastien Loeb com Seth Quintero em terceiro a 2m07s. João Ferreira é sétimo a 4m24s.
Nos Challenger, 8º posto para Mário Franco-João Miranda (Yamaha YXZ 1000 R Turbo Prototype), a 14m36s da frente. Pedro Gonçalves-Hugo Magalhães (Yamaha Fenic T3) rodam logo a seguir a 18m28s.
Nos SSV, Alexandre Pinto-Bernardo Oliveira (Can-Am Maverick XRS Turbo RR), tiveram problemas mecânicos e atrasaram-se muito, enquanto José Nogueira-Arcélio Couto (BRP Can-Am Maverick Xrs Turbo RR) são oitavos a 29.07s da frente.
Nos Challenger, Dania Akeel levou o seu ímpeto do Dakar para o ADDC. A piloto saudita venceu à frente do seu companheiro de equipa Yasir Seaidan (+59″), com os dois compatriotas a dominarem a categoria.
Nos SSV, o herói local Mansour Al Helei, amplamente apontado como o favorito após a vitória do ano passado, viu-se preso numa batalha feroz com o piloto de fábrica da Can-Am, Jeremías González Ferioli, que ficou à frente por 6′39″.
Foi um dia difícil para os líderes do campeonato nas três categorias.
Na Ultimate, Yazeed Al Rajhi debateu-se com a falta de potência do seu carro. Nono ontem e apenas décimo quarto hoje, o vencedor da corrida de 2023 encontra-se agora a 8m14s de distância.
Nos Challenger, Nicolás Cavigliasso sofreu o maior contratempo do dia. Um capotanço obrigou o argentino a abandonar a etapa e espera-se que receba uma penalização de 21 horas. Se conseguir recomeçar amanhã, as suas esperanças de duplicar a sua vitória no Dakar estão praticamente acabadas.
Nos SSV, Alexandre Pinto teve problemas mecânicos que o deixaram imobilizado durante um longo trecho. O piloto português ainda chegou ao fim dentro do tempo limite, mas perdeu quase três horas.











