Ricardo Leal dos Santos estava a imprimir um forte andamento até ter sido forçado a baixar o ritmo, na sequência da paragem do BMW X3 do russo Novitskiy : “O BMW do Novitskiy teve um princípio de incêndio. Por causa disso parou e arrancou quando eu me aproximava. Durante alguns quilómetros manteve um ritmo lento, mas que não dava para eu o ultrapassar. Até ele se ir embora perdi mais de um minuto”, explica o piloto português apoiado pela Delta Q.
Até ao primeiro ponto de controlo, instalado a meio do setor seletivo Ricardo Leal dos Santos estava a perder menos de três minutos para Peterhansel. “Perder dois minutos por hora para os primeiros são as indicações que recebi. A minha corrida aqui é outra e sinto que estou a cumprir. O carro é uma maravilha”. Contudo, nem tudo correu a cem por cento, com Leal dos Santos a contar com uma contrariedade já na segunda metade da prova.
“O alarme referente à temperatura do turbo acendeu-se de forma repetida, pelo que tive de baixar o ritmo de modo a manter esta temperatura estabilizada abaixo dos 120º”, explicou.










