Ricardo Leal dos Santos fez hoje o quarto tempo na nona etapa do África Eco Race, aos comandos da sua Nissan Navara V8. Nesta décima etapa do Africa ECO Race “foram-nos propostas dunas incríveis para serem ultrapassadas. Eram dunas de areia mole, muitas das vezes quebradas e com um enorme degrau à saída. E quando falo de enorme estou a falar de paredes com mais de um metro de altura. Os Buggy atiram-se para a frente porque quando caem o primeiro impacto no solo são as rodas da frente. Connosco isso é impossível e obriga-nos a fazer manobras que muitas vezes têm como consequência ficar atascados”, explicou o piloto português.
Um dos problemas acrescidos foi que a dificuldade do traçado redunda em “aglomerações de carros parados a tentarem resolver o seu problema o mais rapidamente possível. Da nossa parte como já não estamos a lutar por um resultado absoluto essa situação não se coloca mas a pressão nestas ocasiões leva a cometer muitos erros ou a ser imprudente. Numa dessas ‘reuniões’ de muitos carros um dos concorrentes que está numa das primeiras posições no rali tentava sair de uma zona mais complicada enquanto nós aguardávamos à distância pelo desenrolar da situação. A determinada altura começa a fazer, sem reparar, uma marcha atrás violenta em direção à nossa Nissan que me obrigou a recuar também de forma apressada. Resultado ficámos nós atascados por longos minutos”, finalizou o piloto luso.











