Totalista no Dakar sul-americano, Pedro Bianchi Prata vai para a sua sexta participação na ‘nova’ versão do evento (além de um Lisboa-Dakar) e como tal já acumulou uma experiência significativa na mais importante prova do TT mundial. Contudo, o piloto portuense tem até ao momento o 30º lugar como melhor resultado, classificação que pretende melhorar na edição deste ano, sobretudo depois de uma época em que se sagrou campeão europeu de Bajas. “Sei que tenho capacidade para terminar no top-20”, refere Bianchi Prata. “No ano passado perdi oito horas ao quinto dia de prova, devido a um furo no radiador, mas depois cheguei a ser quarto numa etapa. O Dakar é sempre a prova mais imprevisível do mundo mas, se tudo correr dentro da normalidade, acredito que tenho condições para andar mais à frente”.
A Husqvarna volta a ser a máquina utilizada em 2014, num modelo que recebeu pequenas melhorias ao nível da fiabilidade e que continua a receber um kit de peças totalmente desenvolvido pela equipa de Bianchi Prata, em conjunto com empresas nacionais.
Victor Oliveira no seio da equipa de Bianchi Prata
Também Victor Oliveira estará aos comandos da uma Husqvarna da equipa, que este ano voltou a repetir uma iniciativa de angariação de apoios monetários e onde qualquer interessado poderá colocar o seu nome ou logotipo de empresa nas motos de corrida e no camião de assistência. O ano passado, o piloto viu-se afastado da prova devido a ter fraturado os dois pulsos um mês antes da prova.
Pedro Oliveira de regresso
De regresso à grande maratona está também o veterano Pedro Oliveira que depois de dois abandonos em 2007 e 2009, e um 26º lugar em 2011, regressa agora com uma Speedbrain, assistido pela mesma estrutura alemã que inscreveu Paulo “Speedy” Gonçalves no passado. O objetivo é melhor a classificação de 2011.












