Depois do 26º lugar em 2011, Pedro Oliveira regressou este ano ao Dakar integrado na equipa Mapfre Speebrain, a mesma estrutura onde corre Paulo Gonçalves embora utilizando uma moto desenvolvida pela equipa alemã. Tendo como missão dar assistência – caso necessário – ao principal piloto da equipa em prova, o chileno Jeremias Israel Esquerre, que como se sabe, teve um grave acidente, do qual recupera no hospital, Oliveira realizou uma prova em crescendo e à quinta etapa já estava no 24º lugar em que terminou, perdendo uma, ganhando outra, posição até final. A sua melhor posição em etapas foi o 14º na 5ª etapa e quando a dureza da prova apertou, o piloto português de 39 anos manteve-se firme, nunca cometendo grandes erros, assegurando a sua melhor classificação de sempre no Dakar e aproximando-se dos vinte primeiros. Curiosamente, foi também o melhor português dos “não profissionais”.












