Laia Sanz alcançou na edição de 2015 o seu melhor resultado num Dakar, ao terminar a prova na nona posição. A piloto da Team Honda HRC assinou assim a sua quinta participação com um lugar no top 10 e fazendo história ao tornar-se também a mulher melhor classificada na competição, nas motos, depois do 10º lugar obtido por Christine Martin, em 1981. No ano seguinte, 1982, Nicole Mairot havia sido 14ª e Véronique Anquetil 15ª em 1984, edições essas em que o recorde mais perto teve de ser batido.
No final, Laia Sanz afirmou: “Obrigado! Especialmente à Honda HRC por acreditarem em mim e me darem uma moto tão boa e à KH-7 por todo o apoio no Dakar”.
Ao longo da prova, que começou com um 16º lugar na etapa inaugural, a piloto veio mantendo sempre um bom rimto, rodando no top 20, e entrando para o top 10 da classificação geral à oitava etapa, quando fez o seu melhor resultado em especiais este ano, ao assinar o quinto tempo. De recordar que esta foi a etapa mais demodlidade da prova, e para muitos pilotos, considerada a mais dura da história da competição.
Para Laia Sanz a prova correu sem grandes incidentes, com a piloto espanhola a explicar que “o fesh-fesh é um terreno de que não gosto nada”, considerando-o um dos mais dificeis para pilotar.
A piloto da Honda destacou também a 10ª etapa, um das etapas maratona, entre Calama e Salta, como “a especial e mais bonita deste Dakar. Muito rápida, tranquila e divertida de pilotar”,isto depois de na nona etapa ter tido “um dia longo, 12 horas em cima da moto e estado a 5000 mil metros de altitude e a -10ºC”.









