Mantendo a sua base inalterada, a moto austríaca foi, no entanto, alvo de pequenas melhorias nos últimos meses de forma a adaptar as suas carecterísticas ao novo tipo de terreno e pistas da Argentina e do Chile.
Como explica Alex Doriger, director desportivo da KTM, “o grande objectivo dos nossos engenheiros foi refinar a moto, tornando-a ainda mais competitiva e, sobretudo, mais fácil de guiar pelos nossos pilotos”. Partindo desse pressuposto, a marca austríaca orgulha-se de ter conseguido “aumentar a sensação de leveza que é agora transmitida pela 690 Rally, graças a uma mais apurada distribuição de massas, redução do centro de gravidade e afinação da suspensão traseira”.
As últimas actualizações, permitiram, por exemplo, reduzir em oito quilos o peso total do conjunto (agora fixado em 162 quilos), o que se traduz numa maior agilidade e manobrabilidade do chassis multitubular, especialmente nas zonas mais técnicas, onde a moto oferece agora maior estabilidade e velocidade, isto apesar do motor monocilíndrico de 654cc a quatro tempos se manter inalterado.
Devido às etapas em altitude, uma novidade neste Dakar, os engenheiros da KTM deram ainda particular atenção à carburação, procurando minimizar eventuais perdas de potência em diferentes ambientes de pressão atmoférica, nalguns casos, a 4.700 metros acima do nível do mar.













