“O primeiro objectivo é, como é óbvio, terminar a prova. Em termos pessoais, penso que se conseguisse um lugar entre os 15 primeiros classificados da geral já seria muito bom. A isso espero juntar uma vitória na minha classe, a 450cc Produção”, comentou o piloto de Viana do Castelo, apoiado pela imobiliária CRG.
Apesar de ter uma ampla experiência no Enduro e no Todo-o-terreno, o Dakar acaba por ser um espinho encravado na garganta do piloto português. Por duas vezes tinha tudo preparado para participar e por duas vezes viu o sonho esvair-se por entre os dedos. A primeira vez, ainda na década de 1990, devido a uma suspensão de última hora aplicada pela Federação da altura, por ter ido participar numa prova a Espanha sem autorização. A segunda foi há menos de um ano, já nos Jerónimos e com a moto em Parque Fechado, quando a Amaury Sport Organization decidiu cancelar a corrida. “Foi um balde de água fria. Mas espero que à terceira seja de vez”, garante João Rosa, que será o número 91.
Este projecto é um sonho antigo do piloto que reside em Lisboa e, apesar de obrigar ao transporte da moto para a América do Sul, tem o mesmo orçamento que seria gasto na edição de 2008, cerca de 75 mil euros.











