Além do calendário da Taça do Mundo FIA de Todo-o-Terreno, a entidade federativa anunciou após o Conselho Mundial de hoje algumas alterações com vista à redução de custos. Cada piloto prioritário só poderá usar oito pneus por ronda. Caso algum fique danificado no decorrer da prova, poderá ser substituído se assim for acordado com o delegado técnico da FIA, acarretando 90 segundos de penalização por pneu trocado. Nas áreas de serviço cronometradas só poderão trabalhar na viatura dois mecânicos e um engenheiro, sendo que reabastecimentos deverão decorrer nas estações de combustível comuns ao público.
No campo técnico, os diâmetros do restritor irão variar consoante a altitude média de uma Baja, de forma a equilibrar o desempenho. As provas-maratona passarão a ser as que têm pelo menos 5.000 km, ao contrário dos atuais 3.000 km, enquanto um piloto passará a ter que ser controlado no primeiro controlo de tempo de cada etapa e o último da prova para ser classificado. Além disso, não poderá ter recebido uma penalização fixa em mais de metade das etapas de um rali, sendo um tipo de admoestação que não se atribui no último dia da prova. Por fim, a classificação final contará apenas com todos os resultados dos ralis todo-o-terreno e as cinco melhores Bajas, o que significa que mesmo com mais uma ronda no calendário os custos não aumentarão.










