Foi apenas um susto, e num momento em que se pensava que Nasser Al-Attiyah estava apenas a ter mais uma das suas belas prestações, eis que um problema mecânico logo nos primeiros quilómetros de uma longa maratona, a fiabilidade da Toyota Hilux deu sinais de fraqueza e um princípio de incêndio podia ter acabado com as esperanças do piloto do Qatar vencer pela terceira vez. Mas desta vez houve fumo sem fogo, não no sentido literal, claro, mas figurado, pois apesar do susto o foco de incêndio não tornou impossível aos mecânicos da Toyota recuperar o carro: “Vimos o fogo quando parámos no final, ainda bem que sucedeu numa especial curta”, disse al Attiyah que foi rebocado até à assistência primeiro por Giniel de Villiers e depois por Conrad Rautenbach: “Rompeu-se um pequeno tubo, e o óleo espalhou-se para cima do escape. Não causou muitos danos, mas a parte elétrica foi complicada, e tive mesmo muito medo que houvesse um grande problema se ligássemos o motor novamente” disse Attiyah, que tem o carro como novo. É uma das vantagens do Dakar. Se chegam à assistência o carro sai de lá novo, exceção feita se for o motor, porque esse não se pode mudar…










