Ricardo Leal dos Santos, e Paulo Fiúza, Paulo Gonçalves, Pedro Bianchi Prata, Helder Rodrigues, Francisco Pita e Humberto Gonçalves marcaram presença em tão simbólico local para dar início a mais uma aventura lusa por ‘terras’ do Dakar.
Curiosamente, ficou a saber-se igualmente que Carlos Sousa já se decidiu pela prova da ASO, e vai estar à partida, aos comandos de um Racing Lancer com motor a gasolina. O piloto, apesar de há algum tempo atrás se ter mostrado renitente em aceitar o convite que lhe fora endereçado para estar presente no Dakar, acabou por se decidir pela prova da ASO, que terá sempre um plantel que a Africa Race ainda não consegue exibir.
Em declarações recentes, Carlos Sousa alertou para o facto da existência de uma lista de pilotos, chamemos-lhe ‘prioritários B’, que caso participem, os motores dos seus carros são equipados com um restritor que lhes rouba competitividade relativamente aos oficiais.
Há, portanto, uma lista de ‘notáveis’, criada pelas três grandes marcas oficiais – Volkswagen, BMW e Mitsubishi -, o que sujeita Carlos Sousa a regras especiais, que incluem a aplicação de um restritor da potência do motor (em cerca de 60 cavalos) e de uma caixa de apenas cinco velocidades. Em etapas de velocidade pura, a diferença é abismal para os homens da frente.
O piloto português, sabe-se, já contactou a organização no sentido de lhe ver ser retirada esta ‘regra’ já que curiosamente parece ser, actualmente, o único afectado por ela. O piloto deverá anunciar oficialmente o seu regresso ao Dakar na próxima semana.













