A recuperação do team do Monce Clio V6 tinha sido a nota dominante desta fase da prova, sobretudo com a acção de Carlos Sousa, que esteve muito bem em todo o seu turno de condução, entregando o volante com o carro no comando da prova.
O despique entre aquelas duas equipas dominava o topo da tabela classificativa, com a formação da Vodafone a recuperar por uma vez o comando da prova, situação que se registava à nona hora, mas na fase seguinte voltaria ao segundo lugar.
A família Manfrinato fazia da regularidade a sua principal arma para chegar ao terceiro lugar, numa altura em que os portugueses da Toyota Hilux – Jorge Silva, Carlos Rolla, Manuel Inácio, João Ramos e José Cunha – tinham sido afectados por graves problemas mecânicos, ao partirem uma manga de eixo que lhes custou imenso tempo, caindo imenso na classificação.
Também Laurent Dornel se atrasou bastante, com problemas num cubo de roda no seu Caze Buggy, enquanto nesta fase da prova a saliência ia para a equipa José Amado, Américo Santos e Igor Marques, que ocupava o quarto posto aos comandos de uma Nissan Navara.
Classificação no final da 10ª hora: 1º Andrade/Duplé/Sousa/Pita (Monce Clio V6), 48 voltas em 9h 58m 47,614s; 2º Fontes/Coimbra/Barbosa/Lauilhe/Vincendeau (BMW Oryx), a 1 volta; 3º A. Manfrinato/M. Manfrinato/G. Manfrinato (Renault Megane Proto), a 2 voltas; 4º Amado/Santos/Marques (Nissan Navara), a 3 voltas; 5º Boullet/Duplé/Dubois/Jaffrennou (Sadev Buggy), a 3 voltas; 6º Correia/Charbonnier/Dubrisay/Fromont (QT Wildcat), a 3 voltas; 7º Vanier/Fabre/Knoll /(Schmit 206), a 3 voltas; 8º Poletti/Annee/Desgranges (Asmo Porsche), a 4 voltas; 9º Dornel/Lacam/Garicoix/Castan (Caze Buggy), a 4 voltas; 10º Durand/C. Duplé/Masson/Quinet (Fouquet Buggy), a 4 voltas; etc.












