Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira, a dupla portuguesa líder do Campeonato do Mundo de Rali-Raid em SSV, tiveram uma estreia promissora na Baja Aragón. Competindo pela primeira vez com o potente Polaris RZR Pro, a equipa da OldFriends Rally Team garantiu um excelente 3.º lugar no prólogo, marcando o início da preparação para as etapas decisivas do mundial.
Estreia promissora
Alexandre Pinto e Bernardo Oliveira, a dupla que atualmente lidera o Campeonato do Mundo de Rali-Raid na categoria SSV, fizeram a sua estreia competitiva com o novo Polaris RZR Pro na Baja Aragón. Esta prova, que se disputa em Teruel, Espanha, é pontuável para a Taça do Mundo FIA de Bajas e serve de preparação crucial para as duas etapas decisivas do Campeonato do Mundo em SSV, agendadas para setembro e outubro. A equipa da OldFriends Rally Team alcançou um notável 3.º tempo entre os SSV no prólogo da competição.
As primeiras impressões
Alexandre Pinto mostrou-se bastante satisfeito com o resultado inicial: “Foi uma estreia com o pé direito. Ainda estou a conhecer o carro, e por isso este 3.º lugar é muito positivo. Esta prova marca também o regresso às Bajas. Ultimamente, tenho participado apenas nos ralis do Campeonato do Mundo, e já sentia falta deste ritmo muito acelerado das Bajas. Nesta corrida, o principal objetivo é familiarizarmo-nos bem com esta nova máquina, mas parece-me que estamos a encaixar bem. Amanhã é que a corrida começa verdadeiramente, e estamos muito motivados”, salientou o atual líder do Campeonato do Mundo SSV.
A 41.ª Edição da Baja Aragón
A 41.ª edição da Baja Aragón, com sede em Teruel, contará amanhã com a primeira etapa dividida em dois setores seletivos. O primeiro terá 132 quilómetros cronometrados, e o segundo, 200 quilómetros. Os troços percorrerão pistas desafiantes na província de Teruel, atravessando paisagens como a Serra de Albarracín, Jiloca e Cuencas Mineras. Esta prova é amplamente reconhecida no calendário do todo-o-terreno internacional, atraindo os melhores pilotos e equipas pela sua exigência técnica e pela diversidade dos terrenos, que testam tanto a perícia dos pilotos quanto a robustez das máquinas.












