Os custos das atuais unidades motrizes e o futuro da Fórmula 1 passar pela adoção de um motor independente têm sido questões muito discutidas nos últimos tempos. Para o chefe da equipa Mercedes, Toto Wollf, um motor independente significaria um retrocesso na modalidade.
“O motor independente é um completo disparate e somente algumas pessoas ainda insistem em falar sobre isso. Temos um motor híbrido em pista e vamos continuar assim a competir. Os projetos dos motores são os mais entusiasmantes hoje em dia”, explicou.
“Em janeiro vamos apresentar um novo conceito, mas baseado no que temos atualmente. Vamos ‘afinar’ tudo aquilo que não correu tão bem. O som do motor de Fórmula 1 precisa de ser melhor, mais alto e mais entusiasmante. Os monologares também precisam de maior velocidade”, finalizou.









