Kris Meeke parte para a Rali do México com pouca margem de manobra, pois a pressão de assegurar um resultado é grande, mas ao mesmo tempo não pode deixar de impor um ritmo forte, pois essa será a forma mais rápida de… perder o comboio dos bons resultados. O piloto britânico vai usar o carro que foi de Stéphane Lefebvre (chassis 5), com o francês a usar o carro de Meeke, e que foi reparado depois do acidente numa ligação na prova monegasca. Ficou entretanto a saber-se que a repentina deterioração na caixa de velocidades, no final do Rali da Suécia, se deveu a um problema de afinação, potenciada pelas condições de tempo, ao invés de uma falha mecânica: “O México é um dos ralis que menos conheço, mas é uma prova de que gosto. Penso que fizemos progressos nos testes, pelo que estou ansioso por tirar isso a limpo, em condições reais de competição. Apesar da perda de potência, será na mesma um prazer conduzir os nossos carros, pois vamos estar mais ou menos ao mesmo nível dos WRC do ano passado. Apenas temos de ser cautelosos na dose de agressividade ao volante, para evitar perdas de tempo. Por outro lado, estou contente por ir à Cidade do México para a Super Especial. A julgar pelo ambiente no Grande Prémio de Fórmula 1, vai ser um acontecimento muito especial num local muito simbólico. Pelo sim, pelo não, vou levar o meu smoking em honra do 007” disse Meeke, que participou apenas duas vezes na prova, sendo o melhor resultado um 16º lugar em 2015.









