Valtteri Bottas queixou-se no final da corrida da estratégia da Mercedes, que teria sido, segundo o finlandês demasiado defensiva. Toto Wolff refutou essas críticas.
“Penso que não houve nenhuma estratégia em cima da mesa”, disse Wolff quando questionada sobre os comentários de Bottas. “Porque tentamos fazer um undercut também com Valtteri, que penso que iria mudar a corrida para ele. O que não desejávamos era que ele perdesse uma posição no início da corrida e ele não conseguiu recuperar a diferença para os dois da frente. O pitstop estava lá para fazer o undercut ao Max e penso que provavelmente teríamos tido sucesso, mas tínhamos um problema com a pistola da roda dianteira direita”.
Wolff compreendeu a frustração do seu piloto, pois o Bottas não tinha toda a informação disponível no cockpit.
“Compreendo totalmente a frustração no carro quando se tem informação limitada e se diz: ‘Acho que podíamos ter feito outra coisa’. Não sei que outra estratégia poderíamos ter seguido. A paragem única não era claramente possível, os médios não teriam chegado até ao fim, os duros na etapa intermédia estava a ficar sem performance. Não havia outra opção disponível”.
Valtteri Bottas esteve mais uma vez muito longe do que fez Lewis Hamilton. Desde queixas de que o carro está “impossível de pilotar”, até um ritmo de corrida francamente abaixo do que o seu colega e Max Verstappen conseguiram, não foi o Bottas que desejávamos ter visto para apimentar a lutar pelo título. E mais uma vez parece que a culpa poderá ser do finlandês. É certo que o erro nas boxes foi inoportuno mas a falta de capacidade de reação de Bottas também começa a ser habitual.












