Max Verstappen afirmou que preferia não viajar para o Qatar e Abu Dhabi para os dois últimos Grandes Prémios da temporada de Fórmula 1, caso as provas se realizem como previsto. A decisão sobre o local onde terminará o campeonato continua em aberto, com Imola apontada como alternativa se a situação no Médio Oriente for considerada demasiado insegura para viajar.
Questionado pela Viaplay sobre a possibilidade de correr no Qatar e em Abu Dhabi, Verstappen distinguiu o apreço que tem pelos dois destinos das suas preocupações com a segurança. “Gosto sempre muito de ir a esses países. Mas, quando sabemos que a guerra está muito perto e que alguns países podem entrar em conflito uns com os outros, não acho que devamos ir”, afirmou.
O piloto defendeu que a existência de compromissos contratuais não altera a sua posição, embora reconheça que a decisão não lhe cabe. “Não importa se há um contrato ou não; é a minha opinião pessoal. Mas não sou eu que decido.” Perguntado se as corridas avançariam apesar das suas reservas, respondeu: “Infelizmente, sim.”
O futuro das duas provas permanece por definir. Segundo a informação apresentada, a Fórmula 1 está cada vez mais confiante de que as corridas no Lusail International Circuit e no Yas Marina Circuit poderão realizar-se como planeado. É esperada uma decisão definitiva até meados de outubro.
Imola mantém-se como alternativa caso as viagens para o Qatar e Abu Dhabi sejam consideradas inseguras. As condições previstas para o circuito italiano em dezembro, porém, estão longe de ser ideais: a temperatura máxima seria de 15 graus e existe um risco muito elevado de chuva.
Verstappen admitiu que uma corrida em Imola nessas condições poderia criar dificuldades com os pneus de chuva, mas não rejeitou a hipótese. “Acho que isso seria um caos com os nossos pneus de chuva. Mas, na verdade, não me importo. É um circuito divertido, claro”, afirmou.










