Yohan Rossel garantiu a sua segunda vitória em outra tantas participações no WRC2, liderando de fio-a-pavio naCroácia. Contudo, teve sempre boa oposição de Nikolay Gryazin, que nunca deixou de pressionar. Emil Lindholm, campeão de 2022, foi terceiro.
No primeiro dia, Yohan Rossel atacou e deixou logo os seus oponentes a uma boa distância, mas no segundo viu a sua vantagem ser cortada quase dois terços, por Nikolay Gryazin, mas o francês nunca vacilou, e venceu.

No primeiro dia, Rossel deixou os seus oponentes do WRC2 bem para trás ao construir uma liderança convincente sobre Nikolay Gryazin.
Rossel, que realizava o seu primeiro evento desde o Rallye Monte-Carlo em Janeiro, entrou forte e foi o mais rápido em três troços, no seu Citroën C3 Rally2, carro que recebeu uma série de atualizações técnicas antes deste rali e esses ajustes pareceram agradar ao francês. Teve um dia sem erros e assegurou uma vantagem considerável de 29,9 segundos sobre o Gryazin, que correu em Skoda Fabia RS Rally2: “Não foi fácil, mas foi um bom dia para nós”, disse Rossel.
O seu compatriota, Nicolas Ciamin, também mostrou boa forma na sua primeira prova no WRC2 desde 2021. O jovem de 25 anos, que conduzia um Volkswagen Polo GTI R5, completou o pódio provisório, apenas 7,7 segundos atrás do Gryazin, depois de ter conseguido duas vitórias em troços.
Mais de meio minuto atrás, em quarto rodava o jovem da Citroën, Alejandro Cachón, que estava no bom caminho para garantir um bom resultado. Estava na frente de Sami Pajari, que terminou o dia em quinto lugar no seu Skoda.

Mas Pajari não pode dar ao luxo de relaxar, pois tinha o companheiro de equipa, Emil Lindholm apenas oito décimos de segundo atrás.
O finlandês foi obrigado a efetuar reparações na estrada quando a transmissão do Fabia falhou, custando um tempo precioso na PE2.
Gus Greensmith, vencedor da ronda anterior no México, era apenas oitavo lugar depois de ter parado para mudar uma roda na PE2. O seu antigo colega na M-Sport Ford, Adrien Fourmaux também perdeu tempo com um problema no acelerador, enquanto Grégoire Munster abandonou depois de ter batido com o seu Ford Fiesta Rally2.
No segundo dia, Yohan Rossel começou por sofrer fortes ataques de Nikolay Gryazin, e teve dificuldades para responder ao ritmo do russo. Tendo começado com uma vantagem de meio minuto, Rossel foi para o último dia de prova apenas com 11,5 segundos de avanço: “As condições não eram as mesmas de ontem”, disse Rossel. “É bastante semelhante a um rali de terra! A sensação é bastante boa quando a estrada está completamente limpa, mas quando temos muita lama e terra [dos cortes] é quase impossível conduzir rápido, para mim. O rally não está terminado”, disse, na altura.
Foi um bom dia para os finlandeses como os companheiros de equipa na Toksport, Emil Lindholm e Sami Pajari a subirem para terceiro e quarto, respectivamente. A sua subida foi parcialmente ajudada pelo abandono de Nicolas Ciamin, que capotou o seu Volkswagen Polo GTI R5 na PE13.
Adrien Fourmaux completou os cinco primeiros no seu Ford Fiesta à frente de Gus Greensmith, que teve um furo na PE12.

No último dia, Rossel e Gryazin, entraram com apenas 11,5 segundos de diferença, mas Rossel teve uma condução sem falhas para manter o seu rival 16,1 segundos atrás, até porque os troços tinham muitos ‘pinos’ para evitar demasiados cortes e isso manteve as estradas bem mais limpas, diminuindo muito o que tinha sido a grande dificuldade do francês no dia anterior.
Em França, no seu campeonato, são raríssimas os ralis com muitos cortes, e por isso os franceses estão menos habituados a isso.
Emil Lindholm recuperou de uma transmissão partida na sexta-feira para completar o pódio no seu Skoda Fabia RS Rally2. O finlandês ficou a 1m11,4s do vencedor, embora tivesse 51,0s na frente do quarto colocado, Adrien Fourmaux, que foi prejudicado por um problema de acelerador no início do evento. Gus Greensmith completou os seis primeiros em Skoda Fabia RS Rally2.













