O Rali México é uma prova verdadeiramente única com a altitude e as temperaturas a testar tanto os homens quanto as máquinas. O calor esperado a rondar os 30°, pode redundar em picos de 50° no cockpit. As equipas têm que estar no melhor da sua condição física, e cada componente técnico também deve ser capaz de suportar as temperaturas. Como se isso não bastasse, os troços sobem mais de 2.700 metros acima do nível do mar, onde o ar com falta de oxigénio pode ver o desempenho do motor reduzido até 20%. As equipas há muito conhecem esse facto e o seu trabalho com a eletrónica atenua essa situação. A Citroën refere 10% de perdas, pelo que a ‘verdade’ deverá andar no meio…
Os pilotos devem ajustar sua condução para lidar com a potência reduzida, e os engenheiros devem ter certeza de extrair o máximo desempenho, até porque menos potência significa menos desgaste de pneus. Não havendo esta preocupação, é o que o motor der…









