Elfyn Evans, o galês que assume o estatuto de número um da equipa M-Sport Ford World Rally Team, vem a Portugal com boas hipóteses de fazer uma boa prova.
Curiosamente, o galês costuma andar bem em Portugal, foi segundo o ano passado, sexto há dois anos. Pode fazer um brilharete, mas não acreditamos que possa vencer, ainda que tenha tudo para aproveitar bem o primeiro dia de prova para ir para a frente.
No Monte Carlo, despistou-se violentamente, na Suécia foi quinto, fez uma prova de trás para a frente, chegou a ser terceiro, mas foi perdendo gás e caindo
na classificação. No México, terminou em terceiro, depois de um ano sem pódios. Na Córsega merecia ter vencido. Perdeu o rali sem cometer um erro, simplesmente apanhou uma pedra na trajetória. Esteve brilhante. Já na Argentina, um erro numa nota, uma curva em que entrou um pouco mais depressa,
bateu fortemente e abandonou. Redimiu-se no Chile, com um quarto lugar, mas o resultado foi melhor que a exibição.
No dia de reconhecimentos de hoje, gostou do que viu: “As novas classificativas parecem ser bastante boas e será interessante ver como vai ser o desenvolvimento em prova. Podem ser um pouco duras em algumas secções, mas, no geral, são bastante agradáveis. Não são uma surpresa, são muito típicas de Portugal”. Em relação à prova, adiantou: “É um rali tipicamente duro e parece que vai estar bastante calor, pelo que a escolha dos pneus pode vir a ser muito interessante”.









