Para lá dos pilotos que se espera lutarem na frente do Rali de Portugal, Sébastien Ogier, Thierry Neuville, Elfyn Evans, Ott Tänak e talvez Kalle Rovanperä, todos os restantes, Takamoto Katsuta, Adrien Fourmaux, Gus Greensmith e Pierre-Louis Loubet são ‘outsiders’, com uma exceção: Dani Sordo. O espanhol gosta do Rali de Portugal e anda bem na nossa prova. Tendo em conta que arranca para o rali na décima posição, pode fazer estragos. Era ele o líder da prova de 2019 ao cabo de dois troços, mas teve problemas mecânicos no Hyundai i20 WRC e afundou-se na classificação. Lembre-se disto, como curiosidade: Apostamos nele para vencer o troço da Lousã!
Takamoto Katsuta (Toyota) tem condições para fazer uma boa prova em Portugal, talvez melhor do que os três sextos lugares que já fez este ano. Mas há um pormenor que joga contra si: nunca fez o Rali de Portugal de WRC.
Adrien Fourmaux (Ford Fiesta WRC) realiza a sua segunda prova com um WRC, primeira em pisos de terra. Duas duas uma, ou faz uma prova calma, sem arriscar, para aprender e evoluir na terra, ou surpreende e faz na terra em Portugal o que fez no asfalto da Croácia.
Não acreditamos, mas há que esperar para ver.
Gus Greensmith estreou-se de WRC, no Rali de Portugal 2019. O melhor resultado da sua carreira foi um quinto lugar na Turquia, o ano passado, uma prova com imensas desistências entre os homens da frente. O Rali de Portugal é duro, mas muito diferente da Turquia. Em condições normais fica entre o sétimo e nono lugares. Dos WRC 2 e WRC 3 falaremos noutro lado.
Claro que tudo isto, é em condições normais, pois qualquer falha de afinação, para já não falar em contratempos mecânicos, furos ou outros, podem alterar tudo.
Agora, só é preciso que o público cuide de si próprio, sendo que este ano temos de falar de segurança a dobrar: fuja dos carros e do vírus. Quem for ver a prova tenha cuidado consigo. Nada é mais importante que isso…









