WRC, Rali das Canárias/PEC8: Pajari vence, Ogier controla, Toyota domina
Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) fechou a última especial do dia com o melhor tempo no regresso ao estádio de Gran Canaria, mas foi Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) quem saiu por cima na história maior da noite: venceu o duelo direto com Jon Armstrong (Ford Puma Rally1), limitou perdas para apenas oito décimas e conservou a liderança de um rali que termina a sexta-feira sob forte controlo da Toyota.
Atrás, Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1) ainda encontrou espaço para bater Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) e agitar a luta pelos lugares imediatos, enquanto o palco curto e apertado do estádio voltou a transformar cada confronto num pequeno combate à vista de todos.
Ogier termina o dia 8.9s na frente de Solberg, Pajari passou Evans e é terceiro, mas ambos estão separados por 0.5s.
Taka Katsuta (Toyota GR Yaris Rally1) é quinto, 13.3s mais atrás e Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1) o melhor dos Hyundai em sexto, a 22.3s do japonês.
A Toyota não dá a mínima hipótese aos Hyundai, seja com que piloto for, o que diz que o mal está no carro coreano.
Filme do ‘estádio’
O cenário estava montado desde cedo: luzes fortes, bancadas prontas e duas pistas paralelas recortadas por blocos de betão, onde o erro podia nascer num simples centímetro. Virves e Daprà abriram a sessão, com o italiano a impor-se e a confirmar gosto por este tipo de troços curtos e nervosos. Depois vieram Dani Sordo e Sami Pajari.
O espanhol cumpriu, mas foi o jovem finlandês quem assinou um tempo de peso, rápido o suficiente para lançar um aviso sério a toda a concorrência.
Seguiram-se os Rossel, num duelo de família transformado em espetáculo, e logo depois Armstrong apareceu perante Ogier. Mas o britânico trazia o carro ferido: durante o aquecimento de pneus algo cedeu e o Ford ficou praticamente reduzido à tração dianteira. Armstrong abrandou, abriu caminho ao líder do rali e resistiu como pôde, enquanto Ogier passava, vencia o embate e fechava o dia com a serenidade de quem sabe exatamente onde está.
Camilli bateu Pelamourgues, Solberg superou McErlean sem brilho exuberante, e Lindholm ganhou algum consolo ao ser o melhor dos WRC2. Mas o último murro na mesa veio no confronto entre Neuville e Evans, réplica do empate do dia anterior. Desta vez, o belga foi 0,8 segundos mais rápido, assinou o terceiro melhor tempo da especial e empurrou Pajari para o pódio provisório à frente do galês por meio segundo. Quando o ruído baixou no estádio, a fotografia era clara: Pajari ganhou a especial, Neuville reagiu, mas Ogier continuava dono do rali.

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