Na M-Sport, a principal reação ao Rali de Monte Carlo foi a deceção com o facto de Gus Greensmith ter sofrido com o regulamento especial do Rali de Monte Carlo que limita o número de equipas autorizadas a correr durante o último dia de prova, no domingo, apenas sessenta – e ele era 66º da geral – depois de ter falhado seis troços na sequência do seu abandono. Outra das lições de Monte Carlo teve a ver com a frustração na noite de quinta-feira. Os carros sofreram perdas de potência devido a folhas a bloquear a entrada de ar do radiador. Foi feita uma correção provisória que impediu que o problema se repetisse.
Foi um primeiro evento promissor para a equipa, com Esapekka Lappi a terminar em quarto, mas não será fácil à M-Sport conseguir muito melhor que isso, em condições normais, embora no Monte Carlo se tenha visto um Espaekka Lappi mais feliz do que em toda a época anterior com a Citroën…
Talvez isto signifique que está agora na equipa certa. Para a Suécia todos os três carros WRC e dois WRC2 serão os mesmos que em Monte Carlo.











