A exemplo do que fez em Monte Carlo, Teemu Suninen (Ford Fiesta WRC) saiu de estrada na primeira especial do Rali da Sardenha, naquele que foi o seu regresso a um WRC (RC1) desde o Rali do Ártico. Mais esta saída, não é nada boa para o seu projeto de futuro.

Teemu Suninen emergiu no WRC como uma forte promessa, dois anos ao lado de Ogier terão feito algo pelo seu crescimento como piloto, e a chegada do experiente navegador, Jarmo Lehtinen a meio de 2019 ajudaram-no a crescer ainda mais, mas a época de 2020 não lhe correu nada bem. Em 2020, Suninen começou o ano com dois apagados oitavos lugares no Monte Carlo e na Suécia, mas no México, primeira prova de terra, terminou o dia de sexta-feira no segundo lugar. Contudo, um erro tirou-lhe esse mesmo segundo lugar, não aproveitando a ordem na estrada. Terminou em terceiro. Depois disso, foi sexto na Estónia, abandonou na Turquia e em Itália aproveitou novamente bem a ordem na estrada para andar na frente na fase inicial do rali, mas a pouco e pouco foi perdendo posições, terminou apenas em quinto, o seu segundo melhor resultado do ano. Encerrou a temporada em três cilindros, depois do motor do seu Fiesta WRC lhe pregar uma partida em Monza, num ano em que não fez melhor mais por causa da equipa do que a sua pilotagem.
No Rali de Monte Carlo, saiu de estrada logo a abrir, quando era o mais rápido nos parciais, no Ártico fez um insosso oitavo lugar e agora volta a sair de estrada na PE1…










