Sébastien Ogier bem tentou e antes do problema com o turbo do Toyota Yaris GR Rally1 já liderava e no último dia tudo fez para alcançar o maior número possível de pontos, mas o francês saiu da estrada durante a Power Stage. Era evidente que Ogier tinha de lutar pela vitória no super domingo e por cinco pontos no campeonato, uma vez que o francês, que começou a época como piloto em part-time, já tinha um défice significativo de pontos em relação ao líder do campeonato, Thierry Neuville, antes do rali.
Mas as coisas correram verdadeiramente mal para a Toyota e porque não estamos habituados a este tipo de ‘descalabros’, estranhamos ainda mais. Olhando só para a era dos Rally1, a Toyota, venceu 22 vezes, a Hyundai, 10 e a Ford, 3, desde 2019 que foi sempre a Toyota a vencer o campeonato de pilotos e desde 2021 que vence o de construtores, pelo que o ‘estranho’, é um resultado como o da Grécia, este fim de semana: “Demos tudo durante todo o fim de semana”, começou por dizer Ogier: “Fizemos muitas coisas bem, tivemos uma grande sensação no carro e um grande ritmo, e lutámos o mais possível até à última especial.
Infelizmente, tivemos um furo a cerca de um quilómetro do fim, não reagi para travar suficientemente cedo na curva seguinte e capotámos. Felizmente, conseguimos reparar o carro e colocá-lo de novo em funcionamento, trazendo pelo menos alguns pontos para a equipa. Foi um fim de semana estranho.
Em muitos aspetos, esteve perto da perfeição, mas não conta nos ralis se não dermos o máximo até ao fim.
Este não é um rali em que se queira correr riscos, é preciso alguma sorte para o fazer, e ela não esteve do nosso lado. É gratificante para mim ainda poder competir desta forma: gosto de ultrapassar os limites, tem sido divertido no carro. Mas sei muito bem, depois de todos estes anos, que por vezes as coisas não correm como queremos. Vou continuar a estar presente nos próximos três eventos, continuando a dar o meu melhor e a lutar”.












