Kris Meeke conquistou as duas vitórias que a Citroën teve o ano passado e tem uma elevada experiência neste rali em particular, sendo a maior esperança da equipa. Graças aos ensinamentos obtidos em 2017, o britânico pretende capitalizar esses ganhos para discutir, com regularidade, os lugares da frente na presente edição. Fazer um bom Rali de Monte Carlo é, muitas vezes, sinónimo de um excelente arranque de temporada. Ao longo dos anos em que participou na prova do Principado, Meeke desenvolveu a capacidade de detetar alterações de aderência e de conseguir conduzir recorrendo a um variado mix de pneus.
“Monte Carlo é, provavelmente, um dos ralis mais difíceis da temporada, devido às suas constantes mudanças de aderência, mas sempre senti um enorme prazer a disputá-lo. Também fui rápido: ganhei a categoria Junior WRC, em 2005, subi ao pódio – fui 3º – aquando do meu regresso à Citroën a tempo inteiro, em 2014, lutei pela vitória em 2016, etc. Assim sendo, acho que poderemos fazer um bom trabalho, em especial porque os nossos testes revelaram-se bastante representativos daquilo que nos espera, com uma boa variedade de condições climatéricas. Eles também nos permitiram continuar a evoluir a capacidade de adaptação do nosso C3 WRC às diferentes condições de piso, mesmo na zona do Col de Faye, onde, na edição passada, estivemos menos confortáveis“ disse Kris Meeke, que já correu nove vezes em Monte Carlo, com o seu melhor resultado a ser o terceiro lugar de 2014.











