Hayden Paddon falou ao site oficial do WRC. Através da coluna de opinião, na qual o site convida alguém para escrever, Paddon contou a sua pequena história, desde que soube que tinha uma oportunidade de correr no WRC, até conseguir agarrar essa oportunidade:
“Não valia a pena ficar sentado a chorar num canto. Quando chegou a notícia de que o Craig Breen iria conduzir para a Hyundai Motorsport no rali da Finlândia sabia que tinha que fazer alguma coisa por mim. Peguei no telefone e liguei para a M-Sport. Fiz algumas perguntas, fiz mais algumas chamadas para os nossos investidores e depois apanhei um avião para França.”
“Estou a competir na série TitansRX, o que é ótimo, mas ter de viajar de casa para a primeira ronda quando estava a trabalhar num acordo para o WRC tornou o timing um pouco apertado.”
Paddon agradece aos investidores, a Malcolm Wilson e Rich Millener, da M-Sport, que fizeram as coisas acontecer. Paddon também refere que ficou surpreendido pelo apoio proveniente do seu país natal:
“A Hyundai NZ é uma empresa totalmente neozelandesa, mas quando o gerente geral Andy Sinclair me disse que eu tinha o apoio deles, foi muito gratificante”.
Para além disto, Hayden Paddon lamenta as ausências de Elfyn Evans e Scott Martin e aproveita para desejar boa sorte a Craig Breen. Depois disso refere:
“Não estou interessado em nada do que se passou no passado, é história, águas passadas. Só estou a olhar para a frente. E eu estou realmente ansioso para voltar para Jyväskylä”.
Hayden Paddon diz estar ansioso para voltar a conduzir pela M-Sport, onde fez a estreia num Ford Fiesta RS WRC no rali da Catalunha de 2013, e rever as pessoas que lá trabalham, e termina dizendo:
“Não há como negar que há pressão. Tenho esta oportunidade e quero aproveitar ao máximo a oportunidade. Mas torço por mim mesmo. Adoro a Finlândia, adoro aquelas estradas e saltos e mal posso esperar para ir lá e mostrar ao WRC o que tem estado a perder!”











